Paraguai: entre desprocedimentalidade e desrepresentatividade

Brasil e Desenvolvimento

Uma das coisas que mais me incomoda sobre a discussão atual do golpe de Estado no Paraguai é o excesso de mitificação procedimental sobre a natureza do golpe. A verborragia dos debates em redes sociais e outras rodas de conversa, quando muito, limita-se a indagar se o que o Congresso Paraguaio fez foi ou não golpe de Estado nos termos da Constituição daquele país. Não que a análise não seja importante, é evidente que sim. Recomendo nesse sentido a leitura do texto de Laila Galvão, neste blogue. Mesmo se o artigo 225 da Constituição Paraguaia seja silente quanto aos prazos de apresentação de defesa. Mas isso não é importante para o que me proponho a discutir aqui. Todos concordamos que o prazo foi exíguo, impossível para a apresentação de qualquer defesa (48h). E concordamos também que o assim chamado impeachment de Lugo guarda baixíssima ou nenhuma relação com o ocorrido…

Ver o post original 1.112 mais palavras

Postado em Sem categoria

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s